terça-feira, 27 de maio de 2008

Botequeiros, o paraíso existe: Belo Horizonte

Pode procurar por aí – se você se informar a respeito de um dos mais importantes órgãos do corpo humano, você vai ver que ele não tem nervos. Estamos falando do fígado. Por esse motivo, dizem os homens de branco, ele não sente dor e todas as suas manifestações patológicas são por sintomas periféricos e secundários, mas nunca no próprio órgão. Mentira.

Se você já foi a Belo Horizonte, você já sentiu o seu fígado. Digo mais: você ainda sabe o tamanho e a forma que ele tem.

A capital mineira é a Meca da botecagem moleque, a botecagem várzea. Uma vez, conversando com um gaúcho, disse ele que se sentiu um verdadeiro idiota ao ver as especiarias que o mineiro estava acostumado a comer sem frescura nenhuma em seu dia-a-dia, enquanto que em sua terra o povo se orgulhava por comer apenas churrasco de carne de boi... da maneira mais aviadada possível, suponho.

Lá embaixo sempre vai ter um mineiro disposto a encher a cara com você.

Exemplo de tudo isso que foi descrito acima é o festival Comida di Buteco. Organizado por uma marca de cerveja, é um festival onde os bares inscritos disputam quais têm os melhores tira-gostos da cidade. Engana-se aquele que pensa que só bares chiques entram na disputa – ele é aberto a todo e qualquer tipo - seja os mais badalados aos mais copo-sujo, todos são bem-vindos. Torresmo, língua de boi, rabo de porco, rabada, costelinha de porco, batata assada, peixe, etc. Tudo é meticulosamente testado e inventado antes do concurso pelos donos dos bares que tentam, além de atrair a atenção do público pelo sabor, vencer pela originalidade do prato. Tudo isto analisado por um comitê convidado pela organização do evento e, principalmente por aqueles que vão aos estabelecimentos ávidos por álcool e comida.

Urna de votação. Fechar o boteco antes da meia-noite é novidade.

No entanto, não é somente o sabor e a originalidade do prato que estão em jogo. Limpeza e qualidade no atendimento também recebem nota e são fundamentais para a definição do vencedor da peleja. Além disso, artistas plásticos são contratados para fazerem arte nos banheiros e estes também estão sujeitos a julgamento. Em resumo: é a falta de frescura se tornando imperativa e a simplicidade das comidas se tornando alta gastronomia.

Tive a sorte este ano de ter ido beber em um dos bares vencedores, o Bar do Zezé. A comida do concurso, o Rabo Apertado – virado de jiló com rabo de porco, lombo e torresmo –, ficou em segundo lugar este ano, assim como a arte do banheiro. Dono de grande simpatia, seu Zezé nos fez companhia durante boa parte de nosso porre; e inclusive abriu uma exceção e fez a cozinha do bar fechar mais tarde em função do atraso de alguns amigos que também estavam indo lá para provar o prato. Tudo estava impecável, desde a limpeza ao prato. Podem ter certeza, da próxima vez que for a Belo Horizonte baterei meu cartão por lá.


Rabo apertado e seu Zezé mostrando sua cozinha planejada por Claude Troisgros

Caso tenha sentido inveja e queira conferir o que os bares da capital de Minas Gerais tem, ficam aqui duas recomendações: 1 – Chegue cedo. Mineiros são botequeiros, mas não são boêmios. O bar fecha cedo porque a bebedeira começa muito cedo. Além disso, é comum cerveja e comidas mais disputadas acabarem durante o festival. A impressão que dá é que os bares não se preparam – ou não consideram a hipótese – para receberem turistas ou aumento no volume de pessoas. Tive de dar meia-volta em dois bares devido a isto. 2 – Tenha paciência. Belo Horizonte caminha em outro ritmo, mas se você pediu, tenha certeza que a comida vai chegar ótima e a cerveja bem gelada. Sem pressa.

Para ir ao Bar do Zezé para provar seu Rabo Apertado e os pratos vencedores dos outros anos, vá à Rua Pinheiro Chagas, 406 - Barreiro de Baixo - Belo Horizonte - MG. Tel: (31) 3384-2444.

Ah, e lembram-se daquela história do fígado no começo do texto? A imagem de baixo resume mil palavras:

E lembre-se: Não coma nem beba nada sem antes pedir um torresmo para proteger seu fígado.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

Há exatos 44 anos atrás...

Editorial do Jornal "O Globo" de primeiro de Abril de 1964 - dia do golpe militar. Agradeçam ao Azenha pela postagem.

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, "são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI."

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.

Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Aviso à praça

Ei, sim, você aí que chegou agora, todo maroto e tal. Olha, volta aqui depois, ok? Tipo, eu sei escrever coisa legal. Não sei entreter muito bem, mas eu tento. Não comprei a cartilha de como reter leitores, não to linkado em porra nenhuma de lugar, tenho preguiça de instalar linhas de códigos no blog para "melhorar a experiência do usuário" (ah, seu viadinho!) e to cagando pro blogblogs. Mas porra, acredita em mim aí na camaradagem. Sou tipo o Seu Zé da quitanda - aceito fiado e resisto contra os Wall Marts da vida. Um beijo.

Coisas que eu li e me arrependi.

O estagiário deve se perguntar ao final de cada dia: "Eu dei lucro ao meu empregador hoje? Se a resposta for afirmativa, você está no caminho certo."
Tom Coelho - especialista em carreira e conteúdo motivacional

(Clique para ampliar)

quarta-feira, 5 de março de 2008

Eu estava errado: o Estadão estava certo (e isto não diz muita coisa) - A revanche

Lembram que eu escrevi este post? Claro que não, pois ninguém leu. Enfim... esta é a prova que eu não erro. Vejam vocês, eu sempre estou certo e que isto fique bem claro!

Visitanto o Cocadaboa cheguei no site Futepoca, que eu não conhecia e continuo sem conhecer, à exceção do link que direcionava a um post específico, sobre a Nike, o Ronaldo "Big Touci" (como diria Gil Brother) e o post-jabá. Segue o email da agenciazinha, kibado do blog já mencionado. Não vou escrever nada além disso; já escrevi a respeito e o Futepoca também escreveu muito bem a respeito. Deleitem-se, seus trouxas aspirantes a consumistas médios.


Olá Equipe do Blog FUTEPOCA!

Trabalho na Agência RIOT, especializada em Estratégias para Mídias Sociais.

Visitei o seu blog e gostei bastante do conteúdo.

Dessa forma, achei bastante relevante sugerir à vocês a divulgação do site da Nike especializado na “recuperação” do jogador Ronaldo, que realizou, no último dia 14, uma cirurgia no tendão do joelho esquerdo. Este site foi criado pela Nike para que os fãs de Ronaldo transmitam força e motivação ao jogador, para que ele retorne aos campos o mais breve possível e volte a encantar os amantes de futebol.

O site dedicado ao Ronaldo é o http://nikefutebol.com/ronaldo

Estou enviando um pequeno texto explicativo, dando algumas instruções sobre como poderia ser escrito este texto, ok?

Caso vocês aceitem escrever sobre o Ronaldo e o resultado no blog, comentários e etc, for positivo, em uma outra oportunidade podemos, quem sabe, firmar alguma espécie de parceria, ok? Este post que estamos sugerindo, seria uma espécie de Post Piloto. Dando resultados dessa vez, surgindo novas campanhas pertinentes ao seu blog, poderemos conversar novamente, ok?

Se tiverem alguma dúvida, entrem em contato o mais breve possível, ok?

Ps.: Caso aceitem, precisamos que o texto seja escrito e postado até amanhã (dia 27) pela noite, ok? Qualquer dúvida, entrem em contato comigo.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Um mundo sem segredos

Conheça melhor a revista Veja. Aproveite e também mande o link pro seu papai. Por que será que você não ouviu falar nada sobre o Blog do Nassif no rádio, na TV e nos jornais?

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Ode à Marimoosa Marimoon

Cheguei. Chegaste. Vinhas lépida,
Rosa e faceira, e faceiro, ruivo e serelepe eu vinha.
Tinhas as pestanas de cor intrépida,
E intrépida e humana a cor das minhas eu tinha.

Em recinto escuro e descalços
Éramos bichos-grilo e ouvíamos rock,
Enquanto todos se faziam de falsos
Mas eram todos senão escroques!

Eu, de joanete e pé de catinga despeitada
Tão forte que qualquer um deveras sente.
Você, de meia alta, felpuda e listrada
Igual um lindo e róseo mosquito da dengue

E mesmo assim tu não me vistes;
Como se passasse agachado pela janela.
Acredite, minha mente agora me faz chistes;
Iguais aos do palco, tu és uma cadela!

Agora, já que para ti eu não exista,
Me vingarei por teres feito de mim pouco.
Beberei diariamente sangue de trotskista
E comerei muito mais carne de porco.

Ao virares o olho e arquear os braços
para posar à lentes em busca de fotos,
Estarei com meu coração em destroços
Preparando-me para vazar-te os olhos.

Agradecimentos especiais a Olavo Bilac. Não sou nada sem ti, meu velho. De coração.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Ad nauseum et infinitum

Os objetos olhavam-no: já não tinha mais o que pensar. A cabeça, farta da ausência de sentidos, pesava-lhe de forma que a segurava com uma das mãos, a mais hábil. Como em transe, piscava menos que o habitual, olhando o nada, o chão, as superfícies; sempre em foco próximo e abaixo à linha do horizonte. Tremia. Sua mandíbula já estava cansada, mas ainda assim insistia em pressionar os dentes contra si próprios. Não suava. Não é de seu costume transpirar, salvo quando encontrava-se em momentos de excitação, quando o pensamento se extrapola e desconjuga-se com a palavra e os gestos, mas não era a esta a ocasião.

Estalava as juntas dos dedos da outra mão, a menos hábil. Ela só sabia fazer isto - estalar os dedos. Por uma questão de simetria, ameaçou fazer o mesmo com a outra mão, a mais hábil, mas a cabeça ainda lhe pendia. Desistiu. Se fosse em outro momento, não teria hesitado. Preferiu retorcer a pele das juntas dos dedos, que lhe davam uma sensação de ardência.

Respirava normalmente. Não havia motivos para ser de outra forma. Porém, ao se expelir o ar, um gosto férreo atravessava-lhe o paladar, fazendo-o movimentar a língua de forma a confirmar se havia algo ali. Não havia. Sequer sua saliva fazia-se presente, tornando sua boca um lugar de textura áspera.

Moveu os olhos. O pouco que procurava ver adquirira cores negativas devido ao olhar estático, mas logo tomavam forma e colorações que sempre tiveram. Não havia graça nisto tudo, nem mesmo quando os objetos que o olhavam perdiam o foco.

O sol, se ponto, azulava o ambiente e ameaçava deixá-lo monocromático se a luz não fosse acesa. E assim foi feito.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Eu estava errado: o Estadão estava certo (e isto não diz muita coisa)

O assunto de hoje é blog. Você lê blogs? Gosta de navegar por blogs? Provavelmente a resposta é "sim". Afinal de contas, você está em um blog lendo este texto.


Esta nova forma de comunicação descoberta na internet, onde todo mundo pode ser editor chefe de si mesmo, iniciou-se de forma promissora. Quantas vezes não vi algum intelectual ou jornalista dizer que os blogs da vida são uma forma de expressão da vida e que dá a chance de pessoas diferentes, com perspectivas diferentes, relatando opiniões diferentes aos jornalões e à grande mídia de massa. Balela. Em grande maioria, balela. Ao menos no Brasil.


"Tenho um blog. Oi."

Todos se lembram (ao menos quem lê blogs ou assistiu TV em São Paulo) de uma campanha veiculada pelo Estado de São Paulo onde, a fim de promover o seu portal, assegurando este ser um lugar de notícia confiável e factual, denegria a imagem de websites pessoais, mais precisamente, os blogueiros, que supostamente colocariam informações tendenciosas ou imparciais em suas páginas. Confesso até que uma das propagandas da campanha foi plagiada de minha pessoa, mas este meu traço persecutório-paranóico não é tema deste post. Não hoje.

Enfim, muito blá blá blá se deu nos meses consecutivos à campanha. Blogueiros deram o troco, ficaram putinhos, fizeram sátiras das campanhas, diziam "Tomá no cu, não é por aí" e etc. Até tomei partido e fiquei do lado deles, até eu criar o meu blog. Quer saber a verdade (e eu sei dela)? Blogueiros são uns merdas. E o Estadão, também. Eu explico.

Quantas vezes em um blog você viu um texto como este, deste tamanho e criado pelo próprio criador? Nunca, tenho certeza. A questão é que no Brasil a grande maioria dos blogueiros não produzem conhecimento. Mais que isso; sequer são comentaristas de fatos ocorridos no mundo ou em suas próprias casas. Todos eles são um bando de oportunistas que replicam postagens de outros blogs e, em uma ética que só faz sentido para eles, escrevem "Via: Link" ou "Fonte: Link" em letras minúsculas no final do que exibiram. Tudo isto em troca de leitores fiéis que visitam o site frequentemente e clicam em propagandas de patrocinadores ou do google, remunerando os mantenedores. Há ainda aquele que nem a fonte de seus plágios cita, mas este já apanhou demais e está pouco se fodendo.

"Não é cópia, é inspiração."

Para piorar, ainda sobre a ética de faz-de-conta de blogueiros, têm sido muito comum há alguns anos estes sujeitos receberem jabá de empresas e agências de publicidade. Aproveitando que este é um território livre de legislação, as empresas compram o caráter destes sujeitos por qualquer duzentos reais. É simples: basta você falar bem de uma empresa, produto ou postar um videozinho hospedado no YouTube como quem não quer nada, fazendo aquela linha "Haha, olha o que eu achei!". Sorrateiramente formam sua opinião, dizem-lhe o que vestir, usar, comer e comprar como se tivesse sido uma demonstração livre de seus próprios pensamentos. Você gosta e dá risada, afinal, ele tem um blog e é descoladinho, né?

Exemplo de post-jabá. Não é o melhor dos exemplos, mas é o mais recente.

Epa, mas espere! Mas porque os blogueiros fazem tudo isso? Porque eles tem leitores como você. Humor de fácil entendimento, entretenimento, conhecimento vazio e cultura de massa: você gosta de tudo isso. É por isso que você não se importa e talvez nunca tenha se dado conta disto. Para você basta sua dose diária que está tudo bem. Eles ganham dinheiro com seus cliques e você perde com sua internet discada. Talvez seja uma boa troca.

...E o Estadão? Ele - e outros veículos de mídia - faz a mesma coisa que os blogs, porém, mais e pior. Aguarde cenas dos próximos capítulos.

PS.: Generalizar? A exceção confirma a regra.
PS2: Aos blogs que tiveram prints retirados, não é nada pessoal, ok? Somos blogueiros, somos irmãos.